segunda-feira, 9 de maio de 2011

meu amor

A cada dia que passa tenho ainda mais a certeza de que preciso de ti. Há um espaço vazio na minha alma que apenas condiz com os teus contornos e só se consegue afeiçoar a ti. Os meus braços parecem só conhecer o teu aconchego e, de cada vez que me lembro de que não há dia certo para voltar a ver-te, as minhas muralhas caem em ruínas. Relembro vezes sem conta a última vez que te abracei, e quero ter presente esse momento num cantinho do meu coração até ao final da minha vida. Só me apetecia poder repeti-lo hoje, agora, amanhã e eternamente.
Há pouco tempo li uma frase que se adequa completamente a esta situação: «parece que quanto mais gostamos de uma pessoa, mais longe ela vive». Ao olharmos para a nossa actual situação apercebemo-nos que o antes não era absolutamente nada. Agora sim, isto é grave.

Consideraria a minha vida completamente perfeita se neste momento, na vez de de estar a perder o meu tempo a escrevinhar sobre a minha supérflua vida, estivesse de mãos dadas às tuas, a trocar palavras carinhosas e juras de amor eterno. Só que é praticamente impossível... E não deveria o amor ser capaz de ultrapassar todas as barreiras? É o que dizem os poetas. É verdade que consegue viajar por estradas e mares infinitos, que transmite a sua energia por distâncias inimagináveis e é capaz de se mostrar ao longe. É o que acontece connosco, posso bem dizê-lo.

Só quero que saibas que te vou sempre amar, que tens uns enorme espaço reservado para ti no meu coração e que, por mais pessoas que entrem e saiam da minha vida, a tua estadia nela é permanente.
As circunstâncias não nos são favoráveis, mas quando duas pessoas são como irmãos, nada é capaz de os separar. Absolutamente nada.

E eu tenho firme certeza que tu e eu vamos estar para sempre juntos.

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